
Em 1993, o Bahia vestiu uma marca até então desconhecida: CCS. Era uma fabricante nacional que, no início dos anos 90, forneceu uniformes para vários times brasileiros (Santa Cruz, Londrina, Sampaio Correia, Bahia, dentre outros), tendo inclusive chegado a vestir o Vitória da Bahia, finalista do campeonato brasileiro daquele ano. A marca caracterizava-se pelo visual meio psicodélico dos seus desenhos, mas no Bahia ela fez um desenho sóbrio e tradicional. O tecido era uma malha grossa e quente, característica da época. Duas particularidades marcaram sua passagem pelo Bahia: a primeira era a presença da numeração também na frente da camisa, nos dois uniformes, fato não comum à época (esta configuração só era exigência em competições internacionais, que não era o caso do Bahia). A segunda, diz respeito à camisa listrada: pela primeira vez (e talvez única) vi o Bahia usando as listras da manga no mesmo sentido das listras da camisa. O padrão, como em qualquer uniforme listrado, era usar listras no sentido do comprimento das mangas (perpendicular à camisa). Vestindo CCS, o Bahia foi campeão baiano de 93, porém no campeonato brasileiro fez péssima campanha já vestindo PROONZE. Logo abaixo, vemos a camisa sendo usada por Luvanor e Marcelo Ramos, respectivamente, e o time campeão estadual de 93.












