
Em termos de uniforme, a Penalty foi conservadora na camisa branca, qua ganhou gola polo azul e detalhes vermelhos nas barras das mangas; e pela primeira vez desde que chegou ao Bahia ela usava numeração na cor vermelha às costas. Já a camisa tricolor foi abandonada para dar lugar à camisa predominatemente azul, que não foi a terceira camisa, mas sim a segunda. Esta gerou polêmica e não agradou a todos. O azul royal predominava, intercalado por listras brancas e detalhes vermelhos nas golas e grandes faixas vermelhas nas laterais e nas mangas. Quando não havia patrocínio estampado, até dava para engolir, mas para o Brasileirão, quando passou a ser estampado Novo Palio ou Novo Marea por exemplo, o desastre foi total. O retângulo branco com o nome "vazado" azul poluia totalmente o visual. Outra peculiaridade foi a manutenção de um uniforme branco tipo "supporter" com uma faixa vermelha na manga "impressa" no próprio tecido. Desta vez, ao contrário dos anos anteriores, a versão "supporter" (mais barata e mais simples) era diferente da versão "de jogo".
Essa camisa estreou ainda em 99, porém sem patrocínios. Naquele emocionante 4x4 contra o Goiás no Serra Dourada, pela Série B daquele ano, por exemplo, o Bahia já envergava este modelo.
E por falar em patrocínios, o Bahia deixava a Hyundai porém continuava sendo apoiado por uma montadora, desta vez a honra coube à italiana Fiat (patrocínio este que perduraria até 2002).
Essa camisa estreou ainda em 99, porém sem patrocínios. Naquele emocionante 4x4 contra o Goiás no Serra Dourada, pela Série B daquele ano, por exemplo, o Bahia já envergava este modelo.
E por falar em patrocínios, o Bahia deixava a Hyundai porém continuava sendo apoiado por uma montadora, desta vez a honra coube à italiana Fiat (patrocínio este que perduraria até 2002).
Alguns confrontos memoráveis foram travados com esssas camisas, dentre os quais um contra o Flamengo na Fonte Nova vencido por 4x1 pelo Bahia com três gols de Jajá (lembram do ataque Jajá e Dedé???) e dois contra o Vasco, pela Copa João Havelange, 3x3 na Fonte (com show de Romário) e 3x2 para o tome carioca em São Januário, com o Bahia perdendo pênalti com o jogo 1X1 e a consequente eliminação do tricolor. De interessante, a incomum fórmula de disputa do Brasileiro daquele ano, em que cruzavam nas oitavas de final os doze primeiros colocados da primeira divisão (dentre eles o tricolor), com os três primeiros da Segundona - Paraná, São Caetano e Remo - além do campeão da Terceirona, o Malutrom.



