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terça-feira, 10 de setembro de 2013

A NOVA TERCEIRA CAMISA - 2013


Ainda que com certo atraso, o Camisa do Bahia vem trazer a sua opinião sobre o lançamento da nova terceira camisa do Bahia. De imediato, a primeira crítica à senhora Nike: porque raios lançar o terceiro uniforme antes do segundo??? Isso já foi feito ano passado, e desagradou a boa parte da torcida; porque raios lançar uma camisa 2013 no final de agosto?? Fazia logo um lançamento único, com as 3 camisas - ou as duas primeiras, pelo menos - num evento, como já foi feito em oportunidades anteriores e pronto!
Vamos à camisa: como não poderia deixar de ser, nada de novo em se tratando de Nike. Mais uma vez, de novo, novamente, uma camisa "genérica" do catálogo Teamwear da empresa, apenas adaptada com escudo do Bahia e patrocinadores. Há alguns posts atrás, já tínhamos projetado que a terceira camisa seria no estilo degradê; imaginávamos que a camisa seria branca e vermelha, porém a Nike surpreendeu com "cherry e navy", como ela denomina as cores da camisa, mas pode chamar de azul e rosa, mesmo.

 Eis o catálogo de camisas "genéricas" da Nike, de onde saem os "lançamentos" do Bahia

Detalhe da nova camisa

Esta camisa, aliás, como todas as outras da Nike, são compartilhadas entre diversos times ao redor do mundo. Esta, especificamente, é uma cópia exata da camisa do Freiburg, da Alemanha, como pode ser visto na imagem abaixo:

Bahia e Freiburg, cópias idênticas


Preguiça da Nike em criar algo novo para os times que não fazem parte do primeiro escalão do seu "cast".
Quanto à camisa, em si, assustou um pouco, num primeiro momento, o uso do rosa. Mas a camisa parece ter sido bem aceita pela torcida sem problemas, tanto é que está sendo um sucesso de vendas.
O novo manto estreiou na Fonte Nova, quando o Bahia venceu o Náutico por 2 a 0 no dia 25 de agosto, em jogo válido pela 16ª rodada do Brasileirão.
A composição da camisa com o short e meião azuis caiu muito bem. Nas imagens abaixo é possível ver como ficou o novo uniforme completo, durante a partida. Ponto também para os números prateados nas costas, que deram um toque mais, digamos, requintado à nova camisa.
Como pontos de melhoria, achamos o efeito degradê poderia se estender também às costas da camisa, e o patrocínio "Magazine Luiza", também na parte de trás, poderia também ser em prateado, acompanhando a mesma tonalidade dos números.





quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

A PRIMEIRA VITÓRIA DA CAMISA VERMELHA NA HISTÓRIA!




No último dia 09/02, o Bahia apresentou a coleção completa dos novos uniformes da Nike para 2012. À exceção do uniforme 2 (away), que será apresentado mais pra frente (supostamente para o Brasileirão), foram mostradas a camisa 1 (que já tinha sido lançada anteriormente e já era de conhecimento de todos), camisas de treino, de goleiro e a esperada 3ª camisa (third). É sobre ela que falaremos agora.
Já sabíamos como ela seria, tanto que fizemos uma projeção aqui duas semanas antes do lançamento. Seria ela semelhante à camisa do Arsenal, e como já tínhamos comentado, uma simples versão da camisa do time inglês, também patrocinado pela Nike. Parece que tiraram o escudo dos Gunners e o "Fly Emirates" e tascaram o escudo do Bahia e o logo da OAS. Mas, já era o esperado e não nos causou surpresa.
O que causou maior estranheza, num primeiro momento, foi a adoção do calção na cor azul. Ficou um pouco diferente, já que sempre vemos o Arsenal jogando de calções brancos. Mas nossa mente nos trai quando nos impede de lembrar que nas duas outras oportunidades em que o Bahia usou camisas vermelhas, o calção também era... AZUL! Apenas o meião branco destoou do conjunto, pois nas duas oportunidades citadas anteriormente, os meiões eram da cor do calção.
O uniforme já foi usado após a apresentação, na partida em que o Bahia venceu o Vitória da Conquista por 2x0, gols de Souza e Gabriel. Após um certo tempo assitindo a partida, creio que a visão começou a se "acostumar" com o uniforme, e já não parecia tão estranho assim. 
E o melhor de tudo ficou por conta da quebra de um tabu histórico: pela primeira vez em sua história, o Bahia venceu uma partida vestindo uma camisa vermelha. Já eram 10 partidas sem vitórias, sendo 6 jogos em 1964 no Torneio de Nova York (4 derrotas e 2 empates) e mais 4 jogos em 2010 e 2011, já vestindo a "Fúria" (3 derrotas e 1 empate).
Vale lembrar também que esta terceira camisa NÃO É UMA HOMENAGEM AO ARSENAL, como muitos estão pensando. A Nike apenas utilizou-se de um lay-out padrão da marca, já utilizado no time inglês e adaptou-o ao Tricolor. Mas não se trata de homenagem, tal como foram as duas últimas versões de terceiros uniformes que o Bahia usou. Mais uma curiosidade é que a camisa de goleiro usada na partida com dois tons de azul enchendo a camisa dividida por um desenho diagonal é uma cópia ainda mais perfeita da atual camisa "away" do mesmo Arsenal... Falta de criatividade? Ausência de audácia? Ou, simplesmente, sobra de material do time inglês? Com a palavra a gloriosa marca do "swoosh'...






quarta-feira, 31 de agosto de 2011

LANÇAMENTO: A NOVA TERCEIRA CAMISA

Apresentação da nova camisa, na festa dos 80 anos do clube (foto: Ibahia.com)


Amigos, festa maravilhosa promovida pelo Bahia na noite de ontem. Jogadores de 88 (Ronaldo, Claudir, Gil Sergipano, Zé Carlos entre outros) e familiares dos campeões de 59. Homenagem justíssima ao ex-presidente Antônio Pithon, comes e bebes de primeira e apresentação do famoso Milton Neves...
Todos reunidos, felizes e ansiosos pela apresentação da falada terceira camisa.
Infelizmente, só a vimos de longe, sem muitos detalhes, mas acho que dá para opinar.
Particularmente, eu acho que a camisa ficou bastante simplória. Toda azul, num tom quase marinho, que a cada ângulo parece mudar e que sofre influência do flash, ora tomando aspecto azulado; ora parecendo meio "petróleo. Gola idêntica às das camisa home e away atuais, tirando a aba pólo, que, se estivesse presente na third, conferiria a essa uma elegância bem maior. Os únicos detalhes são uma faixa vermelha sob uma dobra lateral da camisa, absolutamente igual à usada na home da Diadora de 2007 e a barra interna da manga em vermelho, também "copiada"da atual camisa da seleção da França.
A camisa estreiou contra o América-MG, na primeira partida do returno da Série A 2011, em um insosso empate de 0x0. Para os supersticiosos, o bahia continua com o estigma de não conseguir vencer usando um terceiro uniforme. Desde a estréia da Fúria, ano passado, lá se vão 5 partidas sem vencer uma sequer.
Quanto à camisa em si, olhando ela sendo usada pelos jogadores e compondo com o meiões vermelhos e calções brancos, acho que ficou muito bom. De longe, lembra um pouco o uniforme da seleção francesa.

A nova camisa do Bahia estreiou num insosso 0x0 contra o América-MG


Uniforme atual da seleção francesa, que inspirou a nova "third" do tricolor

Vale lembrar que em 1972 o Bahia já tinha feito uma "homenagem" à França. Esta seleção jogou em Salvador num torneio comemorativo aos 150 anos da Independência do Brasil, e o uniforme agradou tanto que o Bahia resolveu também jogar de camiSas azuis, calções brancos e meiões vermelhos, conforme é possível ver na foto abaixo:

Bahia usando camisa azul em 1972 (foto: Flog do Bahia)

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

CAMISA VERMELHA: A FÚRIA TRICOLOR

(foto: Todo Sobre Camisetas)


Depois de muito mistério, finalmente foi revelado o novo 3° uniforme do tricolor. Conforme já propalado maciçamente pelo marketing do clube, a camisa veio na cor vermelha (com detalhes em amarelo e azul) aludindo à seleção espanhola, campeã do mundo na última Copa. A princípio, a homenagem não faz muito sentido, pois, não obstante o fato de a Bahia possuir a maior colônia espanhola do país, esta nunca teve uma relação estreita com o time. Ao que parece, quiseram apenas pegar carona no bom momento da Espanha no cenário mundial (muito embora este humilde blog ache que a decisão de se fazer uma camisa vermelha só foi tomada após a nossa descoberta da camisa vermelha de 64, já que, a princípio, o que se divulgava no primeiro semestre era que a nova camisa seria cinza/prata, numa alusão ao "Esquadrão de Aço")
Apelidada pelo clube de "Fúria Tricolor", ela estreou no jogo contra o Coritiba, em Pituaçu. A exemplo de 2007, quando o Bahia também estreou um terceiro uniforme, o Bahia empatou um jogo em casa na estréia da camisa, com direito a penalty perdido pelo artilheiro do time. Coincidências do futebol.
Quanto à camisa em si, está sendo um caso de amor ou ódio: muita gente tem gostado da camisa, ao passo que outras pessoas tem odiado. Não tem meio termo. Na opinião do blog, a camisa está linda, muito bem concebida. O layout da camisa é inédito, fato raro na Lotto, que tem o péssimo costume de adaptar seus lay-outs padronizados que já saíram de linha na Europa. Ponto pra fornecedora. Outra novidade é a tipografia da fonte dos números às costas, também inédita (e de bom gosto, diga-se de passagem). O que mais chamou a atenção, ademais da cor, foi a gola. A "imitação" de gola polo, aplicada na própria camisa, não é uma coisa inédita em se tratando de camisas de futebol - o próprio Bahia já suou uma camisa assim em 2007, na época da Diadora - mas caiu muito bem no conjunto da camisa. A extremidade das mangas e a barra da camisa vieram com detalhes em amarelo, e o logo da Lotto nas mangas veio em azul. Atrás, na gola, a inscrição "Fúria Tricolor" e, logo abaixo, duas pequenas bandeiras da Bahia e da Espanha completam o visual
Enfim, no conjunto da obra, ainda mais formando com o calção e meião, a camisa ficou perfeita. O único porém, fica por conta do logotipo do patrocinador master. Não precisava ser gigante daquele jeito (o rival, também patrocinado pela mesma empresa, tem um logotipo de tamanho compatível com a camisa).
A repercussão da camisa também foi forte dentre os colecionadores e apreciadores de camisas de futebol, mesmo entre os não torcedores do Bahia. Veja, por exemplo, os debates no Minhas Camisas e no blog uruguaio Todo sobre Camisetas.
Enfim, a camisa tem tudo pra virar um sucesso de vendas e ser uma das cmaisas mais marcantes que o clube já teve.



Mock-ups dos conjuntos de camisa, shorts e meiões (foto: site oficial do clube)


Evento de lançamento da nova camisa, momentos antes da partida (foto: Sempre Bahia)


Time posando para foto

Lay-out da camisa é inédito...

...bem como a tipografia da fonte dos númertos às costas



domingo, 9 de maio de 2010

2007: UMA CAMISA, UMA TRAGÉDIA - PARTE 2 (A CAMISA AZUL)


No post anterior, falamos da última safra de uniformes que a Diadora forneceu ao Bahia em sua parceria de 3 anos com o tricolor baiano. Mas, na verdade, essa parceria foi encerrada mesmo com um 3° uniforme, inédito, que seria lançado apenas no último jogo do Bahia em casa naquela Série C, contra o Vila Nova.
O marketing que envolveu o lançamento dessa camisa foi bem sacado: uma enquete feita no site oficial oferecia duas opções de uniformes (que diferiam entre si apenas em alguns detalhes), para serem escolhidos pelo torcedor. Dizem as más linguas que, qualquer que fosse a opção eleita pela torcida, o novo terceiro uniforme já estaria escolhido. Mas o fato de, ao menos, colocar a torcida como "co-participante" da escolha já merece pontos. Mesmo depois de encerrada a enquete, o mistério ainda pairava no ar, pois a camisa escolhida só seria conhecida quando o Bahia adentrasse ao gramado da saudosa Fonte Nova. Vale lembrar que desde desde o ano 2000, quando vestiu a belíssima camisa alusiva aos 500 anos do Brasil, que o Bahia não lançava um terceiro uniforme.
A camisa em si parece que foi feita para encerrar com chave de ouro a parceria da Diadora com o clube, e ser a cereja do bolo do acesso à Série B. O lay-out, em si, seguia o padrão da marca, já utilizado nas camisas 1 e 2: mesmo corte, mesma gola, mesma tipografia e mesmo patrocínio. Era toda azul, com algumas listras verticais em tons mais escuros, em degradê, e uma fina listra vermelha entre elas. Os demais detalhes da camisa, tais como patrocínios, gola, números e barras vinham em dourado.
Esta camisa é, com certeza, a mais bela lançada pela Diadora para o tricolor, e talvez uma das mais bonitas de todos os tempos.
Uma pena o jogo de sua estréia ter sido marcado pela tragédia que marcou uma ocasião que deveria ter sido de festa e comemorações.
A camisa só foi usada nesta partida e, ainda assim, apenas no 1° tempo (depois do penalty perdido por Nonato, a superstição falou mais alto e o time voltou com a tradicional camisa tricolor listrada para o segundo tempo). Após este jogo, ela foi compulsoriamente "aposentada". Não sabemos se a intenção do clube era realmente usá-la apenas no jogo do acesso ou se ela seria usada nos jogos do início do ano seguinte e a tragédia terminou por abreviar sua curta vida. Algum tempo depois, surgiu na internet, em sites de leilão, a versão manga longa dessa camisa, o que nos faz pensar que a camisa poderia vir a ser, sim, usada em mais jogos (se a real intenção fosse usá-la em apenas uma partida, certamente não teriam feito um lote adicional numa versão manga longa, ainda mais que o jogo seria num domingo de novembro à tarde, em Salvador). Enfim, um mistério que talvez nunca desvendaremos. Essa versão manga longa nunca chegou a ser comercializada oficialmente.
Mas com certeza essa camisa marcou, bem e mal, o maior feito do clube nos últimos anos.


Time posando para foto, antes do fatídico Bahia x Vila Nova em 2007

Lances do jogo, que marcou negativamente o acesso do bahia para a Série B


Versão de mangas longas, que surgiu em sites de leilão na internet algum tempo depois de lançada. Essa camsia nunca foi oficialmente comercializada.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

MAIS UMA COMEMORATIVA: OS 500 ANOS DO BRASIL



No ano 2000, a Penalty resolveu lançar mais uma camisa comemorativa. Ao contrário da camisa de 98, a marca não homenageou uma data ou fato relacionado à história do clube; desta vez, resolveu homenagear um fato histórico de grande valor: os 500 anos do Brasil. E nada mais justo do que fazer tal homenagem no maior e melhor time do estado onde o Brasil nasceu, não acham???
Eu considero esta como sendo uma das camisas mais bonitas de toda a história do tricolor, não apenas pelo fato de ser uma edição comemorativa (o que por si só já justifica um trabalho de melhor qualidade), mas pelo capricho dos detalhes (que foi justamente o que faltou na de 98).
A camisa era branca com duas faixas paralelas e justapostas, azul e vermelha, que se estendiam da gola até a extremidade das mangas. Escudo no peito à direita e logo da Penalty à esquerda. Mas a cereja do bolo foi o belo desenho colocado à frente: um mapa antigo do Brasil e a proa de uma caravela, aludindo ao descobrimento do Brasil em 1500. Nas mangas, um logotipo verde e amarelo escrito “500 anos” completava a homenagem. Outras equipes patrocinadas pela Penalty naquele ano também homenagearam os 500 anos do país, tais como Goiás e Atlético Mineiro, mas estas homenagens se fizeram de maneira discreta e se restrigiram apenas a um "patch" ou logotipo dos 500 anos no peito.
A camisa era vendida sempre com número 10 e sem patrocínios, mas à exemplo do que foi postado pelo Ruy anteriormente, a aplicação do patrocínio, como sempre, “matava” a camisa, pois era necessário pintar uma caixa branca com o nome “Novo Palio” e isso terminava cobrindo o belo desenho da camisa, como é possível ver numa camisa de jogo em uma das fotos abaixo.
Usando essa camisa, o Bahia fez alguns jogos aleatórios na Copa João Havelange de 2000, juntamente com as camisas do post anterior. Estreou numa sapecada de 3x0 que o tricolor tomou do Goiás lá no Serra Dourada (segundo a memória de elefante do nosso colaborador Ronei). Na foto abaixo podemos vê-la com patrocínio e o número 30 (aquela edição foi a primeira até então a exigir obrigatoriedade de numeração fixa).
Esta foi uma camisa que realmente deixou saudades.

Camisa de jogo, usada na Copa João Havelange de 2000 - o patrocínio terminava por estragar o belo desenho

Patch "500 anos" usado nas mangas (ou no peito, como em outras equipes)

terça-feira, 15 de setembro de 2009

1998, A PRIMEIRA CAMISA COMEMORATIVA

Em 1998, a Penalty mais uma vez inovou: pela primeira vez na história do Bahia, o clube lançava (e usava) um uniforme comemorativo. Como não poderia deixar de ser, este modelo era alusivo à maior conquista da história tricolor, o título brasileiro de 88, que naquela ano completava 10 anos.

A camisa em si não trouxe nada de novo em termos de design e, consequentemente, não fez jus à grandiosidade da conquista à qual ela homenageava: camisa branca bem simples, com detalhes em azul; gola pólo e punhos das mangas (na versão manga curta) com detalhes tricolores, número 10 à frente e às costas (referência aos 10 anos da conquista) e o nome “E.C. Bahia” às costas, no local normalmente reservado ao patrocínio. Era vendida em versões de manga curta e manga longa. Nas mangas, mais detalhes: na direita, a inscrição “10 anos Campeão Brasileiro 1988” e na esquerda uma bandeira do Brasil bordada. Nas camisas vendidas em lojas, um bottom preso à gola era fornecido como brinde, onde dentro dele vinha o escudo do Bahia escrito "Bahia 10 anos campeao brasileiro 1988 - Penalty" ao redor do mesmo.

Em campo, essa camisa estreou contra o CSA, num jogo pela Copa do Nordeste de 98, numa noite de quinta-feira na Fonte Nova (deu Bahia 2x0). Infelizmente, ficaremos devendo as fotos da camisa em ação.

Se não foi uma das mais primorosas camisas que a Penalty fez para o Bahia, o lançamento dela valeu mais pela jogada de marketing e pela novidade, já que era uma peça lançada principalmente para o torcedor, ou seja, um foi um lançamento puramente mercadológico. Mas valeu pelo ineditismo de uma camisa comemorativa.