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terça-feira, 10 de setembro de 2013
A NOVA TERCEIRA CAMISA - 2013
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
A PRIMEIRA VITÓRIA DA CAMISA VERMELHA NA HISTÓRIA!
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
LANÇAMENTO: A NOVA TERCEIRA CAMISA
Infelizmente, só a vimos de longe, sem muitos detalhes, mas acho que dá para opinar.
Particularmente, eu acho que a camisa ficou bastante simplória. Toda azul, num tom quase marinho, que a cada ângulo parece mudar e que sofre influência do flash, ora tomando aspecto azulado; ora parecendo meio "petróleo. Gola idêntica às das camisa home e away atuais, tirando a aba pólo, que, se estivesse presente na third, conferiria a essa uma elegância bem maior. Os únicos detalhes são uma faixa vermelha sob uma dobra lateral da camisa, absolutamente igual à usada na home da Diadora de 2007 e a barra interna da manga em vermelho, também "copiada"da atual camisa da seleção da França.
A camisa estreiou contra o América-MG, na primeira partida do returno da Série A 2011, em um insosso empate de 0x0. Para os supersticiosos, o bahia continua com o estigma de não conseguir vencer usando um terceiro uniforme. Desde a estréia da Fúria, ano passado, lá se vão 5 partidas sem vencer uma sequer.
Quanto à camisa em si, olhando ela sendo usada pelos jogadores e compondo com o meiões vermelhos e calções brancos, acho que ficou muito bom. De longe, lembra um pouco o uniforme da seleção francesa.


A nova camisa do Bahia estreiou num insosso 0x0 contra o América-MG
Uniforme atual da seleção francesa, que inspirou a nova "third" do tricolorquinta-feira, 4 de novembro de 2010
CAMISA VERMELHA: A FÚRIA TRICOLOR
(foto: Todo Sobre Camisetas)Apelidada pelo clube de "Fúria Tricolor", ela estreou no jogo contra o Coritiba, em Pituaçu. A exemplo de 2007, quando o Bahia também estreou um terceiro uniforme, o Bahia empatou um jogo em casa na estréia da camisa, com direito a penalty perdido pelo artilheiro do time. Coincidências do futebol.
Quanto à camisa em si, está sendo um caso de amor ou ódio: muita gente tem gostado da camisa, ao passo que outras pessoas tem odiado. Não tem meio termo. Na opinião do blog, a camisa está linda, muito bem concebida. O layout da camisa é inédito, fato raro na Lotto, que tem o péssimo costume de adaptar seus lay-outs padronizados que já saíram de linha na Europa. Ponto pra fornecedora. Outra novidade é a tipografia da fonte dos números às costas, também inédita (e de bom gosto, diga-se de passagem). O que mais chamou a atenção, ademais da cor, foi a gola. A "imitação" de gola polo, aplicada na própria camisa, não é uma coisa inédita em se tratando de camisas de futebol - o próprio Bahia já suou uma camisa assim em 2007, na época da Diadora - mas caiu muito bem no conjunto da camisa. A extremidade das mangas e a barra da camisa vieram com detalhes em amarelo, e o logo da Lotto nas mangas veio em azul. Atrás, na gola, a inscrição "Fúria Tricolor" e, logo abaixo, duas pequenas bandeiras da Bahia e da Espanha completam o visual
Enfim, no conjunto da obra, ainda mais formando com o calção e meião, a camisa ficou perfeita. O único porém, fica por conta do logotipo do patrocinador master. Não precisava ser gigante daquele jeito (o rival, também patrocinado pela mesma empresa, tem um logotipo de tamanho compatível com a camisa).
A repercussão da camisa também foi forte dentre os colecionadores e apreciadores de camisas de futebol, mesmo entre os não torcedores do Bahia. Veja, por exemplo, os debates no Minhas Camisas e no blog uruguaio Todo sobre Camisetas.
Enfim, a camisa tem tudo pra virar um sucesso de vendas e ser uma das cmaisas mais marcantes que o clube já teve.
Mock-ups dos conjuntos de camisa, shorts e meiões (foto: site oficial do clube)
Evento de lançamento da nova camisa, momentos antes da partida (foto: Sempre Bahia)
Time posando para fotodomingo, 9 de maio de 2010
2007: UMA CAMISA, UMA TRAGÉDIA - PARTE 2 (A CAMISA AZUL)


O marketing que envolveu o lançamento dessa camisa foi bem sacado: uma enquete feita no site oficial oferecia duas opções de uniformes (que diferiam entre si apenas em alguns detalhes), para serem escolhidos pelo torcedor. Dizem as más linguas que, qualquer que fosse a opção eleita pela torcida, o novo terceiro uniforme já estaria escolhido. Mas o fato de, ao menos, colocar a torcida como "co-participante" da escolha já merece pontos. Mesmo depois de encerrada a enquete, o mistério ainda pairava no ar, pois a camisa escolhida só seria conhecida quando o Bahia adentrasse ao gramado da saudosa Fonte Nova. Vale lembrar que desde desde o ano 2000, quando vestiu a belíssima camisa alusiva aos 500 anos do Brasil, que o Bahia não lançava um terceiro uniforme.
A camisa em si parece que foi feita para encerrar com chave de ouro a parceria da Diadora com o clube, e ser a cereja do bolo do acesso à Série B. O lay-out, em si, seguia o padrão da marca, já utilizado nas camisas 1 e 2: mesmo corte, mesma gola, mesma tipografia e mesmo patrocínio. Era toda azul, com algumas listras verticais em tons mais escuros, em degradê, e uma fina listra vermelha entre elas. Os demais detalhes da camisa, tais como patrocínios, gola, números e barras vinham em dourado.
Esta camisa é, com certeza, a mais bela lançada pela Diadora para o tricolor, e talvez uma das mais bonitas de todos os tempos.
Uma pena o jogo de sua estréia ter sido marcado pela tragédia que marcou uma ocasião que deveria ter sido de festa e comemorações.
A camisa só foi usada nesta partida e, ainda assim, apenas no 1° tempo (depois do penalty perdido por Nonato, a superstição falou mais alto e o time voltou com a tradicional camisa tricolor listrada para o segundo tempo). Após este jogo, ela foi compulsoriamente "aposentada". Não sabemos se a intenção do clube era realmente usá-la apenas no jogo do acesso ou se ela seria usada nos jogos do início do ano seguinte e a tragédia terminou por abreviar sua curta vida. Algum tempo depois, surgiu na internet, em sites de leilão, a versão manga longa dessa camisa, o que nos faz pensar que a camisa poderia vir a ser, sim, usada em mais jogos (se a real intenção fosse usá-la em apenas uma partida, certamente não teriam feito um lote adicional numa versão manga longa, ainda mais que o jogo seria num domingo de novembro à tarde, em Salvador). Enfim, um mistério que talvez nunca desvendaremos. Essa versão manga longa nunca chegou a ser comercializada oficialmente.
Mas com certeza essa camisa marcou, bem e mal, o maior feito do clube nos últimos anos.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
MAIS UMA COMEMORATIVA: OS 500 ANOS DO BRASIL


Eu considero esta como sendo uma das camisas mais bonitas de toda a história do tricolor, não apenas pelo fato de ser uma edição comemorativa (o que por si só já justifica um trabalho de melhor qualidade), mas pelo capricho dos detalhes (que foi justamente o que faltou na de 98).
A camisa era branca com duas faixas paralelas e justapostas, azul e vermelha, que se estendiam da gola até a extremidade das mangas. Escudo no peito à direita e logo da Penalty à esquerda. Mas a cereja do bolo foi o belo desenho colocado à frente: um mapa antigo do Brasil e a proa de uma caravela, aludindo ao descobrimento do Brasil em 1500. Nas mangas, um logotipo verde e amarelo escrito “500 anos” completava a homenagem. Outras equipes patrocinadas pela Penalty naquele ano também homenagearam os 500 anos do país, tais como Goiás e Atlético Mineiro, mas estas homenagens se fizeram de maneira discreta e se restrigiram apenas a um "patch" ou logotipo dos 500 anos no peito.
A camisa era vendida sempre com número 10 e sem patrocínios, mas à exemplo do que foi postado pelo Ruy anteriormente, a aplicação do patrocínio, como sempre, “matava” a camisa, pois era necessário pintar uma caixa branca com o nome “Novo Palio” e isso terminava cobrindo o belo desenho da camisa, como é possível ver numa camisa de jogo em uma das fotos abaixo.
Usando essa camisa, o Bahia fez alguns jogos aleatórios na Copa João Havelange de 2000, juntamente com as camisas do post anterior. Estreou numa sapecada de 3x0 que o tricolor tomou do Goiás lá no Serra Dourada (segundo a memória de elefante do nosso colaborador Ronei). Na foto abaixo podemos vê-la com patrocínio e o número 30 (aquela edição foi a primeira até então a exigir obrigatoriedade de numeração fixa).
Esta foi uma camisa que realmente deixou saudades.
Camisa de jogo, usada na Copa João Havelange de 2000 - o patrocínio terminava por estragar o belo desenho
terça-feira, 15 de setembro de 2009
1998, A PRIMEIRA CAMISA COMEMORATIVA


Em
A camisa em si não trouxe nada de novo em termos de design e, consequentemente, não fez jus à grandiosidade da conquista à qual ela homenageava: camisa branca bem simples, com detalhes em azul; gola pólo e punhos das mangas (na versão manga curta) com detalhes tricolores, número 10 à frente e às costas (referência aos 10 anos da conquista) e o nome “E.C. Bahia” às costas, no local normalmente reservado ao patrocínio. Era vendida em versões de manga curta e manga longa. Nas mangas, mais detalhes: na direita, a inscrição “10 anos Campeão Brasileiro
Em campo, essa camisa estreou contra o CSA, num jogo pela Copa do Nordeste de 98, numa noite de quinta-feira na Fonte Nova (deu Bahia 2x0). Infelizmente, ficaremos devendo as fotos da camisa em ação.
Se não foi uma das mais primorosas camisas que a Penalty fez para o Bahia, o lançamento dela valeu mais pela jogada de marketing e pela novidade, já que era uma peça lançada principalmente para o torcedor, ou seja, um foi um lançamento puramente mercadológico. Mas valeu pelo ineditismo de uma camisa comemorativa.




















